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Quanto o seu Sucesso está ligado ao seu corpo, faça pequenos ajustes e conquiste grandes mudanças !

Quanto o seu Sucesso está ligado ao seu corpo, faça pequenos ajustes e conquiste grandes mudanças !

O corpo fala, vê e pensa, quanto o seu Sucesso está ligado ao seu corpo, faça pequenos ajustes e conquiste grandes mudanças !

Sucesso é algo que talvez seja preterido por todos, mas será que a forma como nos sentimos, influencia na obtenção do sucesso, será que é mais fácil chegar ao sucesso triste ou feliz ?

 

A pessoa triste consegue pensar em algo que a leve em direção ao Sucesso?

Podemos então dizer que Felicidade facilita o Sucesso e tristeza facilita o fracasso ?

Então podemos dizer que Felicidade = Sucesso e Tristeza = Fracasso

Como podemos definir um estado de tristeza e felicidade, eu costumo dizer que cada um tem o poder da escolha entre Tristeza e Felicidade, tem a escolha sim, talvez ai venha o pensamento, é fácil falar, estou desempregado, tenho um monte de conta para pagar, meu filho está aprontando na escola, minha mulher que não para de reclamar… após afirmações desse tipo, perceba onde está a sua energia, perceba aonde está o seu FOCO, será que de tudo que acontece no seu dia a dia, não acontece nada de bom?

Você tem a escolha e pode colocar o seu FOCO aonde desejar, quando está focado apenas nas coisas ruins e nos problemas, não consegue enxergar as soluções, é claro que coisas que não são boas acontecem, mas coisas boas também acontecem, por qual motivo boa parte das pessoas, preferem dar mais atenção aos problemas?

Quando se escolhe focar no problema é só isso que vai ver, quer fazer um teste ?

Se a sua resposta foi afirmativa faça o seguinte…, levante a sua mão esquerda na altura do seus olhos distante por volta de uns trinta centímetros com a palma voltada para os seus olhos e agora olhe fixamente para a palma da mão esquerda e projete nela como se fosse um vídeo algo que está te deixando ou tem te deixado triste ultimamente, vivencie esse momento olhando fixamente para a palma da mão por aproximadamente 1 minuto, isso agora baixe a mão esquerda e agora coloque a mão direita na mesma posição que estava a outra mão e projete como se fosse um vídeo algo que esta deixando ou tem deixado você feliz ultimamente, olhando fixamente para a palma da mão, vivencie esse vídeo que está projetando por aproximadamente 1 minuto, isso, agora coloque as duas mãos na frente dos seus olhos e perceba uma mistura de sentimentos, agora, vivenciando ainda o sentimento em cada uma das mãos, agora faça o seguinte, mantenha a mão direita na mesma posição aproxime aos seus olhos apena a mão esquerda até encostar na ponta do seu nariz, perceba agora onde está o seu FOCO e qual o sentimento nesse momento, agora afaste a mão esquerda e aproxime a mão direita e perceba o sentimento com esse novo FOCO, você está focando em um sentimento melhor, mas isso não quer dizer que o outro sentimento deixou de existir, mas talvez dessa forma você terá mais animo, coragem, determinação, inteligência emocional, atitude, para focar na solução e até enxergar as coisas não tão boas com outros olhos…

Outra coisa que é muito importante, é o nosso não verbal, a nossa fisiologia o quanto o nosso corpo pode mudar a nossa mente, você já deu atenção às diferenças no corpo, no seu não verbal, quando está focado em pensamentos negativos e positivos, talvez no negativo você fique mais encolhido de cabeça baixa, com a expressão fechada, passos mais duros, pesados e lentos, peso nos ombros… e talvez no positivo se sinta mais esguio, cabeça levantada, olhos na linha do horizonte, braços mais soltos, respiração e expressão do rosto mais suave, passos mais longos e leves, sorriso nos lábios… então a nossa fisiologia nos mostra quais os sentimentos que estão predominado em nossa mente, mas além de nos mostrar o que estamos sentindo também oferece a possibilidade de mudança, é isso mesmo, se a mente pode mudar a nossa fisiologia, o nosso não verbal, por qual motivo não fazer o processo contrário e mudar nossa fisiologia, o nosso não verbal para alterar a nossa mente, ai talvez venha um pensamento, “vou fingir que está tudo bem” de atenção somos aquilo que acreditamos ser, então se você acha que é fingimento, e fingir não é uma palavra legal para você, dentro daquilo que você crê, então nem tente, pois não vai dar certo, mas perceba que talvez muitas vezes você fez esse caminho e nem se deu conta, por exemplo em algum momento da sua vida que estava inseguro em fazer algo e ai você estufou o peito, olhou para frente decido e a partir daí veio um sentimento de coragem e segurança que fez você seguir em frente, talvez ai você fez um caminho novo e criou um novo comportamento, então não importa qual palavra irá utilizar nesse momento “fingir, modelar, copiar, criar”, acredite e faça, mude o seu não verbal, sua fisiologia para mudar a sua mente e assim criar um novo comportamento…, pesquisas demonstram que até o sorriso forçado produz serotonina que é o hormônio da felicidade, faça o teste coloque um lápis entre os lábios forçando um sorriso e perceba o que vai ocorrer…, então mude, faça as melhores escolhas e esteja certo que nosso corpo muda nossa mente e a nossa mente pode mudar o nosso comportamento e que o nosso comportamento pode mudar os nossos resultados, como diz Amy Cuddy professora de Harvard e psicóloga social “Finjam, façam, até se tornarem verdadeiramente o que desejam.”

Pequenos ajustes podem conduzir a grandes mudanças!

Baixa Autoconfiança e Autoestima

Baixa Autoconfiança e Autoestima

Nesta terça-feira, dia 20/setembro, às 20:08h estaremos em mais um Encontro Online (Hangout) falando sobre a Baixa Autoestima e Autoconfiança.  Clique AQUI para Participar GRÁTIS

A Baixa Auto-Estima miniminiza quando tomamos consciência sobre uma dimensão maior do nosso SER, e consequentemente nos responsabilizarmos por quem verdadeiramente somos e aceitarmos assumir nosso poder interno. Ao reconhecer a nossa essência e perceber o nosso verdadeiro potencial inconsciente, aos poucos é possível alterar as crenças internas de desvalorização pessoal. Qualquer pessoa que se empenhe e se foque, pode superar os seus dramas de baixa auto-estima e conseguir uma mudança significativa em todas as áreas da vida, fazendo um claro investimento em si, tendo assim o reconhecimento e aceitação sobre uma perspectiva maior sobre si e sobre o seu poder interior.

A medida que reconhecemos a nossa essência e percebemos o nosso verdadeiro potencial, ainda inconsciente, vai se tornando possível alterar crenças.

Algumas Características da baixa Autoestima:

  • Insegurança
  • Perfeccionismo
  • Sentimento de inadequação
  • Dúvidas constantes
  • Incerto de si mesmo
  • Não se permitir errar
  • Necessidade de: agradar aprovação, reconhecimento
  • Sentimento vago de não ser capaz de realizar nada – depressão

Baixa Autoestima – Veja o que fazer para superar:

Baixa Autoestima alimenta-se de pensamentos negativos e crenças de falta de valor próprio, é essencial ter muito cuidado com as palavras negativas que usamos sobre nós e evitar entrar em auto-crítica. Sempre que nos classificamos de “burra”, “desastrada” ou qualquer forma de depreciação, estamos a criar um programa neurológico que nos vai limitar nos comportamentos e na vida.

Por que razão travamos guerras conosco mesmos?

Nunca devemos esquecer que o nosso subconsciente não tem sentido de humor e leva a sério qualquer ameaça e as torna verdades internas. É muito importante aprender a confiar em si e na vida.

Escolher para agradar a nós mesmos diminui a sensação de baixa autoestima.

É bonito sermos “bonzinhos” para os outros e nos preocuparmos com os sentimentos deles, mas nada disso faz sentido se estivermos a negligenciar a nossa sensibilidade e as nossas necessidades tão importantes! Não negligencie a si mesmo!

Baixa Autoestima pode ser sinônimo de copiar pessoas que admiramos e isso torna-nos vulneráveis e artificiais e todas as pessoas que nos rodeiam vão sentir isso e vão-nos por em causa. Cada pessoa tem um potencial infinito único, apenas tem de o trabalhar e evidenciar.

Esforce-se para melhorar, mas não critique a si mesmo por não ser tão bem sucedido, bonito, magro ou tão popular quanto alguém. Use afirmações positivas para trabalhar o “músculo da positividade” e exercer poder na sua vida.

A vida é importante mas não devemos levá-la demasiado a sério. Todos falhamos antes de sermos bem sucedidos, a tentativa e erro é a formula secreta de todos os grandes sucessos, assim como a não desistência e a consecutiva transformação positiva. Um erro não é um fracasso, mas como uma maravilhosa forma de aprendizagem. Quando algo parece estar errado e parece não funcionar é importante sabermos redirecionar o nosso caminho. A experiência é sempre um reforço à sabedoria e estrutura pessoal, social ou profissional. Os desafios tornam-nos mais fortes, isto dependendo se escolhemos ser o sábio ou o coitadinho.

O valor próprio e a confiança são reforçados quando nós damos valor às nossas necessidades e desejos. Sempre que esperamos que sejam outros a suprir estas questões a nossa auto-estima está minada. Ninguém melhor que nós sabemos o quê e quando precisamos de suprir as nossas necessidades e desejos e se aprendermos a ser independentes estaremos mais aptos a ter bons relacionamentos sem que haja sentimentos de dependência.

Evidencie os seus sucessos, relembre-os sempre que possível, a baixa auto-estima resulta do fato de só alimentarmos fracassos e inércia. Faça uma lista de tudo o que já conseguiu fazer e tanto se orgulha. E nunca se esqueça que tudo na vida que sempre se esforçou e acreditou você conseguiu.

Alimente a sua vida com experiências aliciantes e motivadoras, workshops, equitação, surf, leitura, desporto, alguma coisa que o faça sentir-se feliz. E não dependa, nunca de ninguém para iniciar qualquer objetivo, caso contrário passará a sua vida sentada no sofá à espera do telefonema que vai mudar a sua vida. Seja o exemplo que gostaria de ver.

Trace objetivos e esforce-se para conquistá-los, seja responsável na sua concretização. Nunca nada mudará amanhã se nada fizermos hoje

Seja uma pessoa interessante interiormente, liberte-se do peso do passado e da vida, e faça coisas interessantes para se sentir revigorada.

O verdadeiro processo de libertação de baixa autoestima está na Auto Valorização.

Aprenda a ver-se com os seus próprios olhos e não com os olhos dos outros. Não é o fato de alguém pensar algo negativo de si que a vai transformar nessa coisa negativa. O que os outros pensam é uma interpretação de si baseada nos seus traumas e vivências, são conteúdos delas.

Dê menos importância aos defeitos do mundo exterior e aproveite essa energia para enriquecer o seu interior e a sua vida.

Para fazer um verdadeiro trabalho de transformação e programação neurológica faça um curso de PNL (Programação Neurolinguística) ou de AutoCoaching e transforme o seu sonho na sua vida, está tudo nas suas mãos, use a energia de auto-destruição na construção de um paraíso vivencial e em sabedoria.

Algumas questões que ajudam a baixar a nossa autoestima:

Se formos improdutivos no emprego, chegamos ao fim do dia com sentimento de culpa por sermos inúteis. O sentimento de inutilidade é um dos fatores que mais baixa a autoestima.

Ter situações de vida pendentes (como situações emocionais não resolvidas), o sentimento de ser um peso para alguém e dependências de qualquer espécie também contribuem para a baixa autoestima.
Para estarmos em paz conosco e com a vida é necessário iniciar um processo de limpeza emocional e resolver tudo o que está pendente e limpar dentro de nós o que já não está a ser importante para sermos livres e felizes.

Você pode ser liberta(o) com muita vontade e trabalho diário, acreditar que merecemos algo de bom na vida é o melhor trampolim para nos motivarmos a iniciar um processo de mudança milagrosa…. se os outros podem e conseguem, o que me impede a mim de também poder e conseguir???????

Texto original de Cristina Jorge.

Tratamento de Fobias: Agorafobia, Fobia Social, do Pânico, Palhaço, Altura, Insetos, Buracos e outras

Tratamento de Fobias: Agorafobia, Fobia Social, do Pânico, Palhaço, Altura, Insetos, Buracos e outras

O que é Fobia?

Fobia é um sentimento exagerado de medo e aversão por algo ou alguém.
A palavra fobia pode ser considerada um sinônimo de medo extremo.

A fobia normalmente é tratada como uma patologia, considerada uma doença psicológica, e que causa o medo mórbido, a repulsa e a angústia intensa de algo específico, um lugar, uma condição, um sentimento e etc.

De onde Surge a Fobia?

Em algum momento da sua vida você deve ter passado por uma situação onde, talvez inconscientemente, seu cérebro tenha efetuado um registro “negativo” dela. Esse “registro negativo” permaneceu no seu inconsciente até o presente momento e, toda vez que se depara com tal situação de “risco”, são disparados sentimentos mega fortes, como pânico, imobilidade física, gritos etc… às vezes acontece até de a pessoa ficar “cega” e sair disparado em qualquer direção, podendo até ser atropelada ou causar algum acidente a terceiros.

Você acreditaria se te dissesse que todo este “medo” está no seu cérebro? Pra te ajudar, te faço duas perguntas simples:
– “Você nasceu com esta fobia?”
– “Você já conhecia aranha, altura, lugar movimentado, barata, palhaço ou qualquer que seja o tipo de fobia enquanto era bebê?”
Acredito que não conhecia… Então, partindo desse pressuposto, você “adquiriu” este sintoma em algum momento específico da sua vida.

O nosso cérebro é fantástico, tem um poder enorme de absorção e formação de conceitos…. Mas calma, muita atenção a este pequeeeeno detalhe: ele não sabe o que é certo ou errado! É isso mesmo: ele não sabe o que é certo ou errado! Ele só vai saber o que é um ou outro conforme o que você vai dizendo a ele e o que ele absorve de acordo com as sugestões recebidas durante uma vida inteira.

Assista a estes depoimentos:

Como Funciona em Nosso Cérebro?

Vamos exemplificar de uma forma simples e objetiva:

Se, quando muito pequeno(a), você se deparou com uma aranha e não sabia que ela poderia te picar (e até ser fatal) e também ainda não tinha noção do que era bonito ou feio, provavelmente iria querer “brincar” com ela. Isso porque não tinha “registros” em seu cérebro do que ela poderia te causar.
Passado algum tempo, você cresceu, estudou e acabou se deparando com a tal da aranha. Só que agora você sabe que ela não é tão bonitinha e ainda pode ter uma picada venenosa. O que você faria?
Ótimo, acredito que se afastaria, correria, ignoraria ou até mesmo a mataria, pois agora você tem um “registro” dela e sabe do que ela é capaz.

Agora vamos intensificar esta situação fictícia…  Em algum momento, com alguns “amiguinhos”, em alguma brincadeira “sem graça”, eles te imobilizam, amarram uma aranha em uma linha e ficam ameaçando colocá-la em seu corpo e, neste momento ainda cantam alguma musiquinha relativo à aranha (ou até qualquer outra que seja). Pronto! Está “instalado” em seu cérebro um pânico, uma fobia.

Imagina que cresceu com isso e, toda vez que se depara (ou até só o fato de ouvir ou imaginar algo) com ela vem à sua lembrança (no inconsciente) aquela cena e seu corpo reage com sentimentos compulsivos, que você não consegue controlar.

Isso porque nosso cérebro, como disse antes, é incrível.
Ele criou um “Sistema de defesa” ou “alerta” ou como queira chamar. Para este exemplo iremos utilizar simplesmente uma “intenção positiva”.
Então, imaginando esta cena, qual seria a intenção positiva de se ter “fobia” de aranha (aracnofobia)?
A resposta é simples… enviar informações ao seu corpo para sair do local, correr, gritar, imobilizar etc… te proteger!

Agora fica mais fácil, porque, assim que identificado em qual momento foi “instalado” essa fobia, o próximo passo é fazer seu cérebro entender que você pode conviver com esse “medo” sem ter seus sentimentos compulsivos ao se deparar com ele. E não estou dizendo que será “amigo(a)” do seu medo, que tirará selfie com ele e tals… mas que conseguirá olhar para ele e não sentir mais a fobia que sentia.

Essa “ressignificação” no seu cérebro pode ser feita através de algumas dinâmicas e de forma presencial.
Essas dinâmicas são de impacto e fazem seu cérebro não mais ter esses comportamentos compulsivos. E leva poucos minutos!

Se você gostou desse artigo e, de alguma forma, lhe foi útil e fez enxergar um pouco de como se adquire uma fobia e como pode ser tratada, deixe sua avaliação abaixo (nas estrelinhas).
Se tiver alguma dúvida ou sugestão, por favor, use os comentários logo abaixo também.
Isso ajudará a todas as pessoas que chegarem até aqui com o mesmo intuito que você: tratar a fobia.

Estamos preparando um batepapo online, com terapeutas profissionais, para discutirmos exatamente este assunto e porque sabemos que este mal atinge uma multidão de pessoas e que as aprisionam sem nem mesmo saber que há um tratamento eficaz e que há vida após a fobia. Este batepapo (hangout) é online e GRATUITO, basta se inscrever através do botão abaixo:

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